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Mensagens

"Ícaro, O Balão azul"

Este sábado o Grupo de Teatro Som das Letras vai estrear mais uma peça de teatro para os mais jovens, o nome da peça é "Ícaro, O Balão azul" . A dramaturgia está a cargo de Eduarda Vieira, enquanto que a encenação está nas mãos de Marcelo Cañas. Esta peça vai estar em cena este sábado e domingo no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Queluz pelas 17 horas. Com certeza mais uma peça do TSL que vai encantar miúdos e graúdos... Até sábado então...

Para quem deseja conhecer o outro lado do palco.

Hoje recebi este mail espero que seja de interesse para quem pretende conhecer o outro lado do palco. Esta é uma iniciativa do Cegada Grupo de teatro. "Oficina de Teatro - Datas: •23 Outubro a 13 de Dezembro (Carga horária: 62h) - Horário: •3ª, 5ª feira, das 21h às 23h e sábados das 15h às 19h - Módulos e Formadores: •Historia do Teatro - Carlos Melo •Respiração e voz - Luís Lamancha •Ritmo e dança - Cláudia Ambrósia •Técnicas de representação - Mauro Corage •Preparação do Actor - Mauro Corage •Memoria sensitiva - Mauro Corage •Maquilhagem e caracterização - Carla Freire •Técnica da máscara - Vasco Lavado •Trabalho sobre o texto - José Teles •Apresentação do trabalho final – CEGADA Grupo de Teatro Destinatários •A Oficina de Teatro destina-se a um público-alvo com a idade mínima de 16 anos. Inscrição: •As inscrições devem ser feitas até 18 de Outubro 2008, através de Ficha de Inscrição disponível no Espaço Cegada: Pctª 25 Abril, sala 4 Alverca do Ribatejo (em frente ao Centro Come...

Contrasenso 11 anos a fazer sonhar...

O Grupo de Teatro Contrasenso está de parabéns pelos seus onze anos a serviço do teatro amador. Este grupo começou as suas primeiras actividades na Escola Secundária D. Dinis, no Grupo de Teatro D. Dinis. Este grupo foi fundado fundado oficialmente a 9 de Julho de 1997, como grupo de teatro amador e sem fins lucrativos. Contam no seu curriculum mais de uma dezena de peças de teatro dos mais variados géneros. A primeira peça data de 1997 com o nome de "Déjà Vú", a sua última peça foi a reposição da comédia "Coita D’ Amor". Quem os conheçe, sabe que não deixam as artes de palco em mãos alheias, pois o seu habitual encenador e também autor das peças, tem uma maneira muito particular e algo excêntrica, conseguindo sempre surpreender quem assiste aos espectáculos. Deixo aqui os parabéns ao Grupo e que continuem a honrar as artes de palco. Podem ver mais informações sobre este grupo nas suas páginas: http://www.contrasenso.com/ http://grupodeteatrocontra-senso.blogspot.co...

"Vida ao quadrado"

O excerto do texto que aqui deixo faz parte da peça "Vida ao quadrado" e conta a história de quatro mulheres cada uma com problemas diferentes. A personagem principal (presa 1), é uma adolescente (mãe solteira), toxicodependente, presa por acusação de homicidio e com problemas de esquizofrenia (relacionadas com o consumo de droga). A Guarda prisonal é uma mulher amargurada pela perca da filha, de ressentimentos guardados e algo bruta. A presa 2 é uma mulher paranoica com a sua condiçaõ de prisioneira, quer controlar tudo e todos. A advogada é meia-irmã da personagem presa 1, apesar de ser advogda de defesa faz de tudo para arruinar a vida da irmã, a mando do pai. Esta peça retrata algumas situações bastante reais, como a inveja, a toxicodependência, a gravidez na adolescência, entre outras situações. " Presa 1 – Estive a sonhar com o sol, com as nuvens, elas pareciam algodão doce. Vi-te correr para mim, tinhas tantos caracóis... e eu afagava-te o cabelo. Tu sorrias, dep...

Amantes da Noite...

O Grupo de Teatro do Ginásio Clube de Queluz apresenta a peça "Amantes da Noite" no Salão Nobre d’Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Queluz. "Clown e stripper ficam ao relento… Sentados nos degraus do Olimpo dos sonhos, recusam terminantemente a prisão do vazio, vazio que preenchem na embriaguês dum riso pueril até a garrafa de whisky se esvaziar em sucessivos goles estapafúrdios. O clown, num gesto técnico - “Música Maestro!” - solicita à Lua intrusa os acordes de uma canção de mar. Acordes que estimulam a imaginação destes errantes noctívagos – ela, por magia das brisas, aparece vestida de corais, executando movimentos de ventre suaves. Ele, improvisando, fá-la deslizar-se através de uma a cadeira de escritório, que, provavelmente, alguém havia deitado à rua, ao lixo ou ao acaso do espaço nocturno, num momento em que a sua mente se desburocratizou. - sabe-se lá! - se libertou do espartilho normativo dos comportamentos ou quem sabe? - no instante em que...

Abril... (parte 2)

Na continuação do texto anterior, deixo aqui uma segunda parte desta peça, falando sobre os "famosos" interrogatórios que a PIDE fazia... (Narradores trazem uma cadeira e colocam-na no centro do palco) - Ser ou não ser, já escrevia Shakespeare. - Eis a questão? - Qual? - A questão fundamental do nosso viver. - Da nossa maneira de estar perante a vida... - ... e perante a sociedade tão castradora ontem... - ... tal como ainda hoje. - Usar o amarelo... - ... assim como o Laranja ou o vermelho... - ... sem que nos apontem um dedo acusatório. -Ter direito a vida própria, fazer opções, orientações... - ... sem que para andar na rua... - ... tenhamos que olhar para um lado... - ... e para o outro, com medo que a escuridão dos enfatiados... - ... nos venha absorver todas as nossas forças e vontades. (Sentado no público está a personagem António, surgem dois homens vestidos de gabardinas escuras e chapéus, focos de luz apontam para as personagens) Pide 1 – Ó amigo, você chama-se Ant...

Abril...

Neste mês que é o de Abril, festeja-se a liberdade... de expressão, festeja-se todas as liberdades. Por isso deixo aqui um excerto de um texto que faz parte de uma peça para ser feita em Abril. "(No palco está um cenário a preto com um cravo vermelho pintado, luz negra entre cada cena, narradores vestidos de pretos, eventualmente com um apontamento de vermelho, umas luvas por exemplo) - Hoje, vamos festejar Abril... - ... hoje vamos festejar a vida, a tua, a minha... - ... a nossa, a vossa liberdade de poder afirmar eu sou... - ... eu e estou de bem com a vida. - Não há cá vai - se andando, aqui, só se vai estar sempre bem. - Porque é bom poder dizê-lo aos sete ventos... - ... gritar para quem quiser ouvir... - ... adoro viver! - Sem repreensões, sem dúvidas que exista alguém na sombra de cada esquina, que coloque em dúvida quem somos e o que fazemos. - Esta, é a nossa missão esta noite, ainda que por vezes impossível... - É sempre bom poder sonhar com um mundo melhor... - É sempr...