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Elenco da peça "Vidas ao quadrado"

Depois de algumas dúvidas, finalmente podemos dar a novidade: Rafaela Costa na personagem "Presa 1" Andreia Crisóstomo na personagem de "Advogada" Sandra Cabaços na personagem de "Guarda Prisional" Magda Oliveira na personagem de "Presa 2"

A prova de esforço e dedicação...

Algumas fotos do "Esboço do Destino", dia 16 de Junho de 2007....

Abrigo Temporário a 9 de Junho no G.B. 22 Maio

Pelos festejos do 82º aniversário do G.B. 22 de Maio da Idanha, vamos receber no dia 9 de Junho a Oficina de Teatro de Almada, com a peça "Abrigo Temporário". “ABRIGO TEMPORÁRIO” 17ª Produção da Oficina de Teatro de Almada Ficha técnica: “ABRIGO TEMPORÁRIO” a partir de textos de : Ana Hatherly, Anton Tchekov, David Lodge, Edson Athayde, Luís F. Veríssimo, Mário – Henrique Leiria e Ruben Braga. Adaptação, Dramaturgia e Encenação: Fernando Rebelo Intérpretes: Sandra Quá, Pedro Bernardino, Fernando Rebelo Cenografia: Jorge Barros Gomes Grafismo: Nuno Quá Figurinos: Alice Rôlo Técnica: Patrícia Vieira Voz ‘spot’ rádio: Alexandra Sargento Vídeo e fotos: Rui Pina Do espectáculo: «Não é necessário que saias de casa. Fica à mesa e escuta. Não escutes, espera apenas. Não esperes, fica em silêncio e só. O mundo virá oferecer-se a ti para que o desmascares, não podes fazer outra coisa, extasiado, contorcer-se-á diante de ti.» Franz Kafka É o teatro à procura de abrigo em textos que lh...

Liberdade de Expressão

Outras fotos da Liberdade de Expressão ....

Liberdade de Expressão

Tenho a liberdade debaixo do braço, ando com ela para cá e para lá. Por vezes balanço-a e voo numa felicidade libertadora. E lá de cima grito o que quero, critico o que me apetece, odeio por palavras a quem não gosto e amo por gestos e por letras montadas. Luto por tudo a que tenho direito, e se os direitos que tenho não me chegam grito mais alto e protesto. De livre vontade estou inconformada, grito sem me sentir amedrontada. Tenho debaixo do braço a prenda que me deram. A prenda que a vida dá igual para todos. Dádiva que um dia nos quiseram tirar e que à força nos prenderam. Mas a liberdade tem vida própria e nos cravos se encantou. Deposito na minha boca, arma da democracia, os cravos da alegria. E com o vento a bater-me nas costas rezo em voz alta pelo que acredito... Viva a Autonomia... Viva a Liberdade... Viva a Democracia... Vitor Nunes

Liberdade de Expressão

(Jornalista apresenta o programa) Jornalista – Boa noite. Bem vindos a mais um programa, contra e anti-prós. Quero referir que transmitimos em directo, dos estúdios do G.B. 22 Maio. Hoje e porque é 24 de Abril de 2007 vamos aqui debater a grande e histórica revolução do 25 de Abril. (...) Tenho do meu lado esquerdo o Eng. António Mestre que defende a revolução e a queda da ditadura. Na minha extremidade direita o Dr. José Pinto Lopes, defensor da ditadura e seguidor de ideais salazaristas. É bom voltar a lembrar que o tema de hoje é Liberdade de Expressão. Eng. António Mestre, começo por si. Eng. A. Mestre – Bom antes de mais, boa noite a todos. Em relação ao assunto de hoje, o próprio tema já é um excelente argumento. Podemos dizer tudo o que pensamos, praticar e defender as nossas ideias. E é isto que se passa neste programa. E com isto... (Jornalista interrompe) Jornalista – Dr. José Pinto Lopes Dr. José P. Lopes – Eu também queria cumprimentar quem nos ouve e desejar muito boa ...

Liberdade de Expressão

Este texto foi o que abriu o espectáculo de dia 24 de Abril . Liberdade de Expressão, shhh, não se diz... não se fala...não se quer saber, agora tens de engolir a errata serpenteada a azul e adormecer na ignorância. Os Deuses abandonaram-te á tua pouca sorte, atraíram-te para um encontro. Para as escuras catacumbas, onde vês ao fundo a luz do anjo que te veio purificar, mente santa e salvadora mas também depravada. Senhor de bons costumes e hábitos puros, sabiamente manipula as vontades do povo com promessas de pão e alegria. Habilmente, em contra mão lá vamos nós, lá vai um país encantado. Lá vamos rindo das nossas desgraças, por entre franjas e bigodes, vendo a cada dia que passa, a nação a ser dizimada numa batalha inglória. As lágrimas que derramas em vão, enchem as margens de um rio podre que já nada mais dá, se não dejectos negros da nossa vergonha. Sandra Cabaços