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Mensagens

Contrasenso 11 anos a fazer sonhar...

O Grupo de Teatro Contrasenso está de parabéns pelos seus onze anos a serviço do teatro amador. Este grupo começou as suas primeiras actividades na Escola Secundária D. Dinis, no Grupo de Teatro D. Dinis. Este grupo foi fundado fundado oficialmente a 9 de Julho de 1997, como grupo de teatro amador e sem fins lucrativos. Contam no seu curriculum mais de uma dezena de peças de teatro dos mais variados géneros. A primeira peça data de 1997 com o nome de "Déjà Vú", a sua última peça foi a reposição da comédia "Coita D’ Amor". Quem os conheçe, sabe que não deixam as artes de palco em mãos alheias, pois o seu habitual encenador e também autor das peças, tem uma maneira muito particular e algo excêntrica, conseguindo sempre surpreender quem assiste aos espectáculos. Deixo aqui os parabéns ao Grupo e que continuem a honrar as artes de palco. Podem ver mais informações sobre este grupo nas suas páginas: http://www.contrasenso.com/ http://grupodeteatrocontra-senso.blogspot.co...

"Vida ao quadrado"

O excerto do texto que aqui deixo faz parte da peça "Vida ao quadrado" e conta a história de quatro mulheres cada uma com problemas diferentes. A personagem principal (presa 1), é uma adolescente (mãe solteira), toxicodependente, presa por acusação de homicidio e com problemas de esquizofrenia (relacionadas com o consumo de droga). A Guarda prisonal é uma mulher amargurada pela perca da filha, de ressentimentos guardados e algo bruta. A presa 2 é uma mulher paranoica com a sua condiçaõ de prisioneira, quer controlar tudo e todos. A advogada é meia-irmã da personagem presa 1, apesar de ser advogda de defesa faz de tudo para arruinar a vida da irmã, a mando do pai. Esta peça retrata algumas situações bastante reais, como a inveja, a toxicodependência, a gravidez na adolescência, entre outras situações. " Presa 1 – Estive a sonhar com o sol, com as nuvens, elas pareciam algodão doce. Vi-te correr para mim, tinhas tantos caracóis... e eu afagava-te o cabelo. Tu sorrias, dep...

Amantes da Noite...

O Grupo de Teatro do Ginásio Clube de Queluz apresenta a peça "Amantes da Noite" no Salão Nobre d’Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Queluz. "Clown e stripper ficam ao relento… Sentados nos degraus do Olimpo dos sonhos, recusam terminantemente a prisão do vazio, vazio que preenchem na embriaguês dum riso pueril até a garrafa de whisky se esvaziar em sucessivos goles estapafúrdios. O clown, num gesto técnico - “Música Maestro!” - solicita à Lua intrusa os acordes de uma canção de mar. Acordes que estimulam a imaginação destes errantes noctívagos – ela, por magia das brisas, aparece vestida de corais, executando movimentos de ventre suaves. Ele, improvisando, fá-la deslizar-se através de uma a cadeira de escritório, que, provavelmente, alguém havia deitado à rua, ao lixo ou ao acaso do espaço nocturno, num momento em que a sua mente se desburocratizou. - sabe-se lá! - se libertou do espartilho normativo dos comportamentos ou quem sabe? - no instante em que...

Abril... (parte 2)

Na continuação do texto anterior, deixo aqui uma segunda parte desta peça, falando sobre os "famosos" interrogatórios que a PIDE fazia... (Narradores trazem uma cadeira e colocam-na no centro do palco) - Ser ou não ser, já escrevia Shakespeare. - Eis a questão? - Qual? - A questão fundamental do nosso viver. - Da nossa maneira de estar perante a vida... - ... e perante a sociedade tão castradora ontem... - ... tal como ainda hoje. - Usar o amarelo... - ... assim como o Laranja ou o vermelho... - ... sem que nos apontem um dedo acusatório. -Ter direito a vida própria, fazer opções, orientações... - ... sem que para andar na rua... - ... tenhamos que olhar para um lado... - ... e para o outro, com medo que a escuridão dos enfatiados... - ... nos venha absorver todas as nossas forças e vontades. (Sentado no público está a personagem António, surgem dois homens vestidos de gabardinas escuras e chapéus, focos de luz apontam para as personagens) Pide 1 – Ó amigo, você chama-se Ant...

Abril...

Neste mês que é o de Abril, festeja-se a liberdade... de expressão, festeja-se todas as liberdades. Por isso deixo aqui um excerto de um texto que faz parte de uma peça para ser feita em Abril. "(No palco está um cenário a preto com um cravo vermelho pintado, luz negra entre cada cena, narradores vestidos de pretos, eventualmente com um apontamento de vermelho, umas luvas por exemplo) - Hoje, vamos festejar Abril... - ... hoje vamos festejar a vida, a tua, a minha... - ... a nossa, a vossa liberdade de poder afirmar eu sou... - ... eu e estou de bem com a vida. - Não há cá vai - se andando, aqui, só se vai estar sempre bem. - Porque é bom poder dizê-lo aos sete ventos... - ... gritar para quem quiser ouvir... - ... adoro viver! - Sem repreensões, sem dúvidas que exista alguém na sombra de cada esquina, que coloque em dúvida quem somos e o que fazemos. - Esta, é a nossa missão esta noite, ainda que por vezes impossível... - É sempre bom poder sonhar com um mundo melhor... - É sempr...

Coita d' Amor - Grupo de Teatro Contrasenso

O Grupo de Teatro Contrasenso já estreou mais uma peça, desta vez é uma reposição da peça "Coita d' Amor" , uma "comédia inspirada no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. Donzilia, uma sofredora dama medieval, vê o seu amado partir para a guerra. Só e desgostosa, depara-se com uma série de cavalheiros que disputam o seu amor. Apaixona-se por todos, mas a sua mãe parece não gostar muito da ideia. Contudo, o pior está para vir, quando o seu amado voltar da guerra." A peça estreou com casa cheia a 5 de Abril e ós seus próximos espectáculos dia 11 e 12 de Abril pelas 21.30 no Auditório Fernando Pessa, no Espaço Municipal da Flamenga em Lisboa. Mais informações in http://grupodeteatrocontra-senso.blogspot.com/

Consciências Teatrais...

Este é o primeiro pos't do blog "Consciências Teatrais", como já devem ter percebido, este blog era o antigo cantinho, do Grupo Tetro G.B. 22 Maio da Idanha, aqui vai continuar a espreitar o que fizemos, mas daqui para a frente, este blog deixa de pertençer a um Grupo de Teatro e passa a pertencer à comunidade teatral, principalmente à amadora. Junte-se a nós nesta aventura! Cumprimentos teatrais...